terça-feira, julho 26, 2011

Não esqueço...



escada


Faço que desço mas me elevo…
Passo por estar …
Mas dou passo após passo… devagar!
Passo por nada saber…
Mas sinto que sei demais!
Faço que levo ao passado
As afrontas que trago presentes…
E onde eu estiver…vós estais:
Arguidos sem banco de réus,
Alvo sereis da Justiça dos Céus!

4 comentários:

Je Vois la Vie en Vert disse...

A Justiça dos Céus perdoa a pessoa que fez algo de errado quando esta se arrepende sinceramente porque sabe que errare humanum est.

beijinhos
Verdinha

Juℓi Ribeiro disse...

Escrevestes com tanta beleza
e sensibilidade que nos céus
ou na terra todos podem perceber
a emoção e o talento em cada palavra.

Bela foto.
Um abraço.

Luís Coelho disse...

Mais um poema para interiorizar.
Cada palavra é um degrau da escada por onde se desce mas também se sobe.

Dentro de todo o movimento existe a ligação ao passado e ao presente que nos transfere naquilo que somos e fizemos, ficando assim sujeitos ao tribunal divino.

Carla Fernanda disse...

Lindo e para cima!
Beijos e bom final de semana!
Carla